Uma mulher de 69 anos foi retirada de uma residência em Nova Iguaçu (RJ) após autoridades identificarem que ela viveu por 52 anos em condições análogas à escrav1dão. De acordo com o Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro (MPT-RJ), a idosa realizava serviços domésticos e de cuidados sem remuneração, registro em carteira ou acesso aos direitos trabalhistas. Após o resgate, ela foi encaminhada para um local seguro.
Como parte de um acordo firmado entre a família e o MPT-RJ, a vítima receberá cerca de R$ 645 mil, incluindo verbas trabalhistas, indenizações, depósitos de FGTS e uma pensão mensal vitalícia equivalente a 75% do salário mínimo. O caso voltou a chamar atenção para a importância da identificação e do combate a situações de exploração e violação de direitos.
Fonte/ Foto: Diário do Nordeste

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