SUSPEITO DE PARTICIPAR DE DUPLO HOMICÍDIO EM MONSENHOR TABOSA É PRESO NO DISTRITO FEDERAL



Um homem investigado por participação em um crime que chocou a cidade de Monsenhor Tabosa, no interior do Ceará, foi preso na tarde desta segunda-feira (30). A captura foi realizada pela Polícia Civil do Ceará em uma ação integrada com a Polícia Civil do Distrito Federal.


O suspeito, José Erinaldo de Melo Silva, de 36 anos, conhecido pelo apelido de “Pedreiro”, foi localizado nas proximidades do Polo de Modas do Guará, em Brasília. Contra ele havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Vara Única da Comarca de Monsenhor Tabosa.


Segundo as investigações, ele é apontado como um dos envolvidos no crime que resultou na morte de Irene Feitosa da Silva e Leilson Melo Pereira, ocorrido em 16 de agosto de 2025, em Monsenhor Tabosa. As vítimas teriam sido submetidas a sessões de tortura antes de morrer.


De acordo com a Polícia Civil, o investigado estava foragido desde que outros suspeitos do caso foram presos. O paradeiro dele foi descoberto após troca de informações entre a Delegacia de Polícia Civil de Monsenhor Tabosa e a 17ª Delegacia de Polícia do Distrito Federal.


As apurações também indicam que o suspeito teria participação em ações ligadas a um chamado “tribunal do crime”, estrutura utilizada por grupos criminosos para aplicar punições a pessoas consideradas infratoras por facções.


Após ser localizado, o homem foi detido por volta das 17h, na QE 40 do Guará. Ele foi submetido aos procedimentos legais e colocado à disposição da Justiça.


A Polícia Civil destaca que a prisão faz parte das ações permanentes de combate ao crime organizado e reforça o compromisso das forças de segurança com a investigação de crimes graves e a proteção da população.


Informações que possam contribuir com investigações podem ser repassadas de forma anônima à Delegacia de Polícia Civil de Monsenhor Tabosa pelo WhatsApp (85) 9.9970-9257 ou pelo Disque-Denúncia 181, da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social. O sigilo do denunciante é garantido.

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