O texto final determinou a proibição do uso da linguagem neutra, após a inclusão de uma emenda do deputado Junio Amaral (PL-MG), apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Conforme o documento, “novas formas de flexão de gênero e número das palavras da língua portuguesa”, como “todes”, não poderão ser usadas em comunicações com a população. A proposta, agora, será analisada pelo Senado.
O texto acrescenta que “fica vedado o uso da ‘linguagem neutra’, do ‘dialeto não binário’ ou de qualquer outra que descaracterize o uso da norma culta na grade curricular e no material didático de instituições de ensino públicas ou privadas, em documentos oficiais dos entes federados, em editais de concursos públicos, assim como em ações culturais, esportivas, sociais ou publicitárias que percebam verba pública de qualquer natureza”.
Fonte: O Povo

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