Por volta das 13h10 desta quarta(01) apresentou-se na Delegacia Regional de Polícia Civil de Crateús acompanhado de seu advogado, Dr Renan Wilker um homem acusado de homicídio acontecido em Crateús.
Acusado: Rafael Alves Feitosa, vulgo Rafinha amasiado, estudante, residente à Rua Dom Pedro II Conjunto São José, nascido em 27 de 08 de 2003. Rafinha é acusado de no último dia 30 por volta das 16h40, defronte à sua residência ter matado à tiros de pistola: Adriano Almeida de Souza, nascido em 12 de outubro de 94, residente à Rua José Claudino, Conjunto São José. De acordo com informações que chegaram para a nossa reportagem o advogado de Rafinha, Dr Renan Wilker conversou com o delegado Felipe de Freitas, relatando que o acusado tinha intenção de se apresentar porém o delegado informou que caso ele se apresentasse receberia voz de prisão em flagrante. Mesmo assim, Rafinha resolveu se apresentar, onde foi ouvido pelo delegado e recebeu voz de prisão.
Em seu depoimento Rafinha negou a autoria do crime. Disse que nunca foi preso, não pertence a coletivo criminoso, compareceu de forma espontânea. Perguntado se conhecia Adriano, disse que sim, relatando que eram quase compadres, pois é padrinho do sobrinho dele, morava próximo a Rafinha. Relatou também que na hora do crime não estava em casa, estava jogando futebol, próximo a sua casa na Morada dos Ventos e que tomou conhecimento através de um amigo que informou que tinham matado Adriano defronte a sua casa e que estariam lhe culpando. Rafinha disse que logo pensou que iam lhe culpar e foi para casa de um parente. Perguntado se tinha atrito com Adriano relatou que uma vez Adriano tinha pegado umas coisas suas e que ele teria repreendido Adriano. Relatou que não teve discussão áspera nem agressões físicas com ele. Disse que Adriano à cerca de dois dias chegou pedindo dinheiro emprestado para ajudar o filho e ele emprestou cerca de 600 reais. Relatou que não ameaçou o Adriano e que apenas uma vez disse para Adriano que confessasse um furto de galinhas mas ele não confessou. À respeito das drogas e apetrechos encontrados em sua casa e também o celular, disse que eram de sua propriedade que é usuário de crack e cocaína. Nega que em sua casa funciona uma boca de fumo e que não tem arma de fogo. Rafinha também forneceu a senha do seu celular para os policiais. Relatou que não é faccionado. Ele acabou sendo autuado em flagrante por homicídio e depois será levado para o Centro de triagem de Novo Oriente para ficar à disposição da justiça.
Obs: No dia do crime chegaram informações para a polícia militar que na casa de Rafinha funcionava uma boca de fumo e que Adriano teria ido ao local afim de obter entorpecentes, porém já estava proibido de se aproximar daquele local.

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