Em 2022, foram 2.404 de janeiro a setembro. Número não conta outros tipos de incêndios como de monturo, de veículos, em residências, em edificações comerciais e em indústrias.
Conforme capitão Francisco Eduardo Fideles Dutra, do CBMCE, algumas razões para o aumento são os efeitos das mudanças climáticas e a presença do El Niño, fenômeno meteorológico relacionado à seca no Ceará.
Conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM), a previsão é que o período entre 2023 e 2027 seja o mais quente já registrado na Terra, sob o efeito combinado do El Niño e o aquecimento global.
“Além disso, no primeiro semestre choveu muito. Isso fez com que a vegetação crescesse mais, o que gera maior carga de incêndio”, relaciona o capitão Dutra. Ou seja, o mato está mais alto, o que alimenta mais os incêndios, deixando-os maiores.
Em 2022, o CBMCE apagou 5.214 incêndios em vegetações. O número total de casos no ano passado é menor do que os anos de 2021, 2020 e 2019, quando a corporação atendeu, respectivamente, 6.751, 7.125 e 6.097 casos do tipo.
Fonte: O Povo

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