Com quadro de saúde já estável, Dilene ainda não poderia conhecer o filho devido as medidas de prevenção de infecções estabelecidas no ambiente hospitalar. Mas para proporcionar esse momento e diminuir o impacto emocional do distanciamento, profissionais da UTI viabilizaram, em parceria com o pai da criança e profissionais da UTI Neonatal, uma ligação por meio de videochamada para que a mãe conhecesse o filho.
A humanização já é uma característica presente nos profissionais da unidade hospitalar que buscam tornar a experiência do paciente mais ágil e respeitosa. “Mesmo com todos os cuidados intensivos e necessários, prezamos também em preservar ao máximo o binômio mãe e filho, proporcionando o primeiro contato da mãe com seu filho mesmo que por chamada de vídeo ou outros artifícios tecnológicos, isso impacta diretamente no processo psicológico, na doença e melhora clínica posterior”, destacou o coordenador de enfermagem da UTI da Emergência, Robson Pontes.
Atualmente, mãe e filho se recuperam juntos na Maternidade.

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