O local escolhido para o julgamento foi o auditório da faculdade de Medicina da Universidade Federal do Cariri, em Barbalha. O júri vai ser realizado no dia 25 de novembro, data simbólica para quem luta pela cultura de paz.
“É Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher. Não haveria data mais importante”, afirma Francisca Alves, voluntária da Frente de Mulheres do Cariri.
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Rolim acabou transformando-se no nome mais conhecido de uma organização criminosa intitulada Escritório do Crime. Ele foi condenado pelas seguintes mortes:
- Ana Amélia Pereira de Alencar (julgado em 09/09/2005, Rolim foi condenado a 24 anos de prisão);
- Edilene Maria Pinto Esteves (julgado em 06/11/2006, Rolim foi condenado a 28 anos de prisão);
- Telma de Sousa Lima (julgado em 14/11/2008, Rolim foi condenado a 21 anos e 4 meses de prisão);
- Ricardo Guilhermino dos Santos (julgado em 29/08/2005), Rolim foi condenado a 18 anos e 8 meses de prisão.
Veja reportagem sobre os 20 anos dos crimes contra mulheres no Cariri
Rolim também foi condenado por estupros. No primeiro, a 12 anos de prisão; no segundo, a 14. As ações foram julgadas, respectivamente, em 29/06/2004 e 17/11/2005.
Agora será a vez de o júri ouvir o que aconteceu com Maria Aparecida e Vaneska. Os corpos delas foram encontrados numa zona rural com marcas de violência sexual.
Fonte: G1 Ceará

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