
BRASIL
O presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Neto, conversou com representantes dos funcionários públicos que pedem reajuste salarial nesta 5ª feira (3.fev.2022). Porém, não houve acordo sobre o aumento. Por isso, os trabalhadores mantêm a ameaça de greve.
Roberto Campos Neto fez videoconferência com representantes do Sinal (Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central), da ANBCB (Associação Nacional dos Analistas do Banco Central do Brasil) e do SinTBacen (Sindicato Nacional dos Técnicos do Banco Central do Brasil).
Diante disso, os funcionários do Banco Central decidiram manter a pressão por reajuste salarial. Eles prometem fazer uma paralisação e um protesto na 4ª feira (9.fev.2022) na frente da sede do BC, em Brasília. A expectativa é de que 65% dos cerca de 3.500 funcionários participem do movimento. No 1º protesto, realizado em 18 de janeiro, a adesão foi de 50%, segundo o Sinal.
Além disso, os funcionários do Banco Central ameaçam entrar em greve em 9 de março, caso não haja negociação salarial. A greve é articulada junto com outras carreiras do funcionalismo público, representadas pelo Fonacate (Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado) e pelo Fonasefe (Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais). O movimento começou depois de o presidente Jair Bolsonaro (PL) indicar que dará reajuste salarial para os policiais federais em 2022.
Reestruturação de carreira
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