A coordenadora médica da Obstetrícia do HRN, Eveline Valeriano, explica que o lançamento da linha de cuidados irá mostrar à comunidade e à assistência primária como conduzir e para onde direcionar as pacientes. O hospital recebe casos da DTG desde 2014, mas neste ano está se firmando como referência no atendimento a pessoas com o diagnóstico. Já foram atendidos cerca de 260 pacientes com suspeita da doença no equipamento – que devem ser encaminhados pela Central de Regulação do Estado.
Valeriano ressalta que, preferencialmente, o tratamento deve ser conduzido em centros de referência. “É uma intercorrência obstétrica que pode evoluir para neoplasia [massa de tecido anormal] e, por isso, seu seguimento em centros de referência por profissionais que conhecem o manejo é imprescindível, para precocemente levantar a suspeita e avaliar a necessidade ou não de complementar o tratamento com quimioterapia”, explica.


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