Depois do primeiro fim de semana, "A freira" arrecadou US$ 131 milhões, fazendo "Invocação do Mal" ultrapassar "Alien", tornando-se a maior franquia de terror dos cinemas
No primeiro fim de semana após estrear, “A Freira” quebrou recordes nas bilheterias, tornando-se o maior longa da franquia criada por James Wan. Fora dos EUA, incluindo os cinemas brasileiros, o terror arrecadou US$ 77 milhões, totalizando US$ 131 pelo mundo, somente neste fim de semana.
Com o valor, o filme protagonizado por Taissa Farmiga fez “Invocação do Mal” se tornar a maior franquia de terror da História do cinema. Os cinco filmes do universo iniciado em 2013 arrecadaram juntos US$ 1,3 bilhão. Com a quantia, a franquia ultrapassa “Alien". Na lista das produções mais rentáveis aparecem também “Atividade Paranomal”, “Residet Evil” e “Jogos Mortais”.
Somente nos Estados Unidos, “A Freira" fez mais de US$ 53 milhões, superando os US$ 41 milhões, arrecadados com o primeiro “Invocação do Mal”, de 2013, segundo dados do EW.
Além de estar no topo na própria franquia, o filme teve a segunda melhor abertura para um filme lançado em setembro. “It: A Coisa”, lançado em 2017, fez US$ 117 milhões, assumindo a primeira colocação.
"A Freira"
O filme acompanha um padre atormentado e uma noviça prestes a se tornar freira, que vão para a Romênia investigar um caso a pedido do Vaticano. Os dois descobrem um segredo profano e se confrontam com uma força maligna, em forma de uma freira demoníaca, que transforma o convento em cenário de sangue e medo.
O que mais chama atenção na franquia são os baixos custos de produção. “Annabelle”, por exemplo, só custou US$ 6,5 milhões à Warner Bros Pictures, e arrecadou mais de US$ 250 milhões, tornando-se uma das produções mais vantajosas do Estúdio.
Por conta dos bons números, apensar de não agradar muito a crítica especializada, a boneca Annabelle ganhará um novo filme, que deve estrear já em 2019. Em entrevista ao Slash Film, Gary Dauberman, diretor do terceiro filme, revelou que a história irá se passar na casa de Ed e Lorraine Warren, mais especificamente, no quatro onde o casal guarda os artefatos possuídos.
DANIELBER NORONHA / O POVO

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