Roubou "desodorante" no comércio da comunidade e foi pego por bandidos; veja vídeo

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Como sentença o acusado foi espancado a pauladas e vídeo foi divulgado como alerta


Um rapaz aparece sendo vítima de espancamento em um vídeo que circula nas redes sociais. O motivo da violência é a acusação de roubo a um comércio de uma comunidade controlada por traficantes. Segundo o material, o jovem teria furtado três vidros de desodorante.

Denunciado como o autor do furto, sabe-se lá com que provas, o rapaz acabou sendo punido pelo tribunal paralelo que vigora nas favelas. Ele aparece sendo alvo de dezenas de pauladas. Antes de apanhar, no entanto, ele é obrigado a pedir desculpas pelo que fez.

“É o seguinte comunidade. Esse rapaz aqui vai apanhar e levar uma pauladas. Ele sabe que não pode roubar na comunidade, mas roubou um comércio, entendeu?”, introduz o agressor, que na sequência já pergunta: “roubou o que lá?”.

O rapaz responde que foram três desodorantes. “Vira aqui assim e repita. Comunidade vai me desculpando. Eu errei, mas não vou mais errar”. O rapaz repete as frases e obedece à ordem para virar de costas.

A tortura começa. São ao todo 22 golpes com um pedaço de madeira. Os golpes são nos braços, nos ombros e também na região onde ficam os rins. Para efetuar cada um deles, o bandido chega a pular para imprimir ais força e potencializar o impacto do pau no corpo da vítima.

Antes de o vídeo terminar, o agressor ainda dá mais dois golpes. “É isso aí p…É pra parar de roubar. Vai, peça desculpa aos irmãos da comunidade”.

“Desculpa aí comunidade”, ainda consegue dizer o rapaz, visivelmente dolorido.

“É isso aí. Pega seus bagulho aí”, ordena o agressor, mandando o rapaz embora.

O vídeo tem duração de pouco mais de um minuto. Não é possível detectar qual o local e a data que os fatos ocorreram. Nos comentários que se seguem às postagens, muitos internautas dizem que o jovem deve ter mesmo merecido o espancamento, sem que haja qualquer comprovação do delito. “Apanhou foi pouco. Nem saiu sangue”, escreveu um internauta.

Tais comentários reforçam os tribunais paralelos que existem à revelia das leis nas favelas do país.

Outros, fazem uma comparação do fato com a truculência policial. “Quando bandido bate é justiça e quando é a polícia é covardia! Muitos gostam de idolatra bandido”, escreveu um seguidor da página que divulgou o vídeo.



Reproduzido por MassapeCeara.Com|Créditos: news365


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