PM e duas mulheres faziam parte da gangue de ladrões de bancos em MT. Confira os nomes

 

Polícia Civil desbaratou uma gangues ostentação de bancos em 
 A Polícia Civil de Mato Grosso desbaratou uma quadrilha especializada em roubos a bancos no Estado e que gostava de fazer ostentação dos assaltos e gastar o dinheiro roubada com grandes festas e viagens pelo Brasil, inclusive aluando helicópteros e curtindo o carnaval do Rio de Janeiro. Policiais Militares e duas mulheres estão na relação dos marginais presos. A Operação desencadeada na manhã desta quinta-feira e que teve o nome de “Luxus” visou mandar toda a quadrilha para a prisão. Um organograma do bando e a forma como cada membro funcionava dentro da quadrilha foi divulgada pela Polícia Civil nesta manhã. Eles cometeram pelo menos dez roubos e furtos em agências bancárias do Estado. A “operação Luxus” visa culminar com a prisão de 17 criminosos que ostentavam o dinheiro oriundo do crime em redes sociais. Os mandados de prisão estão sendo cumpridos desde as primeiras horas da manhã desta quinta-feira (4) nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Poconé. Segundo a Polícia Civil a quadrilha tem como principais líderes Marcus Vinícius Fraga Soares, o Pato e Gilberto Silva Brasil, conhecido como ‘Beto’, que contava com vários colaboradores e comparsas, como o soldado da Polícia Militar de Poconé Emanuel da Silva Souza. As mulheres que apoiavam o grupo em todas as operações são: Thassiana Cristina de Oliveira, esposa de um dos acusados e Lubia Camilla Pinheiro Gorgete (confira todos os nomes no fim da matéria). O GCCO (Gerência de Combate ao Crime Organizado) apurou ainda que o proprietário de uma distribuidora de bebidas localizada na região do CPA, Elvis Elismar de Arruda Figueiredo, era o responsável por “lavar” parte do dinheiro roubado das agências bancárias. Segundo a Polícia Civil, os bandidos promoviam a quebra da parede e o desligamento do alarme de bancos da capital e do interior. Uma vez dentro das agências, eles subtraiam valores do cofres. As ações foram praticadas, geralmente, aos finais de semana, deixando um rastro de destruição nas instalações físicas das agências e a população sem os serviços bancários. A operação, batizada de “Luxus” faz referência a vida em que os membros da quadrilha mostravam em redes sociais com fotos e vídeos de viagens, carros importados, festas e ostentação. Até o momento, 13 dos 17 mandados de prisão foram cumpridos pelos 80 policiais civis envolvidos na operação. Vida luxuosa Os líderes, conforme a Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), eram Marcus Vinicius Fraga Soares, vulgo ‘Pato’ e Gilberto Silva Brasil, vulgo ‘Beto’ ou ‘Show Man’ chefiam o núcleo duro da facção, que era uma espécie de comando do crime, e angariavam freelancer para cometerem os furtos. No total, eles roubaram R$ 5 milhões de todas as agências em que o crime foi consumado. A Polícia Civil explicou com o bando agia e como foi a operação deles ao roubo ao Banco do Brasil em Poconé no dia 5 de fevereiro deste ano em que tiveram o apoio de um policial militar. Na ocasião o bando permaneceu um final de semana inteiro na agência bancária com o apoio do soldado Emanuel da Silva Souza. Miltar há seis anos, ele era o responsável por passar as informações aos criminosos. “Ele anunciava quantos policiais tinham na base, quando passavam em frente ao banco, e prestava apoio logístico ao bando. Nesse crime eles roubaram um montante grande, pois passaram o fim de semana inteiro dentro do banco e isso prejudicou o atendimento de muita gente que necessitava tirar dinheiro, receber aposentadoria e fazer compras na cidade”, disse o delegado Luiz Henrique Damascena. Nesse crime somente o líder do bando, Gilberto Silva Brasil, ficou com R$ 200 mil. “Não podemos divulgar o quanto foi roubado, até mesmo para preservar a agência, mas o líder ficou com R$ 200 mil e com isso sustentou várias viagens, passeios e inclusive carnaval no Rio de Janeiro, direto da Marques de Sapucaí”, frisou o delegado do GCCO Diogo Santana, que comanda toda a operação de prisão aos marginais. O comando da ação de prisão partiu do delegado Diogo Santana, titular do GCCO. Os trabalhos de investigação descobriram que o bando utilizou uma maleta com aparelhos que bloqueiam todos os tipos de sinais de alarme e vigilância que são feitos com uso de fibra ótica. Esse aparelho foi utilizado em todos os crimes e agora estava com duas pessoas que foram cometer crimes em outros estados. O trabalho da polícia ainda contou apoio dos próprios criminosos que usaram as redes sociais para mostrar como estavam usando o dinheiro dos roubos. “Eles compraram carros de luxo, pagavam passeios de helicópteros e ainda tiravam fotos e colocavam na internet. Apreendemos esses carros e podemos perceber que são os mesmos que foram postados”, disse o delegado Diogo Santana. Foragidos Dos 17 que receberam ordem de prisão, quatro não foram detidos. Robson Antonio da Silva Passos, vulgo Robinho; Julyendes Batista Borges, vulgo Juju/Gera; Augusto Cesar Ribeiro Macaúbas, vulgo Gordão; e Jurandir Benedito da Silva, vulgo Jura, estão sendo procurados. Robson, por exemplo, estava em casa, mas ao perceber a chegada da polícia, correu só de cueca para o matagal do bairro Jardim Mossoró. Confira o nome dos alvos da 'Operação Luxus': Marcus Vinicius Fraga Soares, apelidado de ‘Pato’ Gilberto Silva Brasil, conhecido como ‘Beto’ Cleyton César Ferreira de Arruda Thassiana Cristina de Oliveira (esposa de Cleyton) Junior Alves Vieira Augusto Cesar Ribeiro Macaúbas, vulgo 'Gordão' Jurandir Benedito da Silva, vulgo 'Jura' Elvis Elismar de Arruda Figueiredo Diego Silva dos Santos Hian Vitor Oliveira Kaio da Silva Nunes Teixeira Robson Antônio da Silva Passos, vulgo 'Robsinho' Julyender Batista Borges, vulgo 'Juju/Gera' Daynei Aparecido da Costa, vulgo 'Playboy/DAR' Emanuel da Silva Souza Lubia Camilla Pinheiro Gorgete Marcelo Alberto dos Santos

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