sexta-feira, 9 de junho de 2017

Padrasto vai para pagode após estuprar e mata criança de 2 anos e 4 meses

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Polícia Civil concluiu inquérito da morte de Fabiane Isadora Claudino, de 2 anos e 4 meses. Mãe e padrasto da criança continuam presos.

O inquérito da morte da menina Fabiane Isadora Claudino, de 2 anos e 4 meses, foi concluído nesta sexta-feira (9) pela equipe da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). Segundo o delegado Lorenzo Pazolini, novos detalhes da investigação apontam que o suspeito - padrasto da criança - foi para uma festa de pagode após cometer os crimes. A Polícia Civil já encaminhou o inquérito ao Ministério Público.

Maicom Lellis, de 28 anos, é suspeito de estuprar e causar a morte da enteada. O crime aconteceu no dia 18 de maio, Dia do Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças. Ele foi encontrado pela polícia dentro de uma caçamba de lixo, dois dias depois do crime, na BR-262 em Viana.

Nesta sexta, o suspeito foi levado do presídio para a DPCA para recolhimento de material biológico. O objetivo é confrontar com o material coletado na cena do crime.

"Os peritos conseguiram extrair material genético no local do crime e nós vamos comprovar que só havia ele e a vítima no interior da residência", falou o delegado Lorenzo Pazolini.

Em depoimento, ele disse também que havia bebido uma garrafa de whisky antes de cometer o crime, mas a polícia encontrou as garrafas cheias na casa de Maicom, provando que ele estava mentindo.

Durante as investigações, a polícia descobriu que Maicom foi se divertir em uma festa de pagode logo depois de cometer o crime, e só voltou pra casa de madrugada.

Antes de concluir o inquérito, o delegado ouviu também o depoimento da pessoa que ajudou Maicom a se esconder, logo depois do crime. Ela vai responder pelo crime de favorecimento pessoal por ter auxiliado a fuga do suspeito.

A mãe da vítima, que também está presa, vai responder pelo mesmo crime do marido. "O Maicon vai responder pelos crimes de estupro e tortura com resultado de morte, com pena de até 31 anos. A mãe da vítima, em razão de sua omissão, pois ela tinha conhecimento dos crime, também vai responder por omissão e por tortura", explicou o delegado.
Reproduzido por MassapeCeara.Com|Créditos: G1

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