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terça-feira, 9 de maio de 2017

A insegurança em Sobral está grande e ninguém faz nada

A cada hora do dia a sempre um fato novo para se relatar nas páginas policiais dos blogs e sites que acompanham o dia-a-dia da cidade de Sobral. Motos, lojas, mercantis, bodegas, transeuntes, motoristas, residências, sítios, fazendas, trabalhadores, profissionais liberais, todos estão a mercê da sorte, ou da ação da bandidagem. Por trás de tudo isso uma polícia frágil, governadores sem ação e reação, políticos presos em acordos e que são obrigados a aguentar tudo calado sem se importar com a "choradeira" da população.
Ouvir o radialista Araújo Pachelly relatar um risco de perder a vida quando chegava em casa ao ser abordado por dois marginais com uma faca em punho. Ouvir o Jander Ribeiro, da Padaria Planalto, por diversas vezes já foi assaltado e não sabe mais o que fazer. Não recupera mais os objetos roubados e por cima de tudo ganha o medo e sensação que eles vão voltar a qualquer momento. Ouvir o medo que fez com que o dono de mercantil no Centro de Sobral, trocasse as portas abertas por grades depois de sofrer assaltos e humilhação. Agora se sente mais protegido o dono do Mercantil Prudêncio. Ouvir o relato de medo que passou seu Mundico, comerciante antigo da cidade que a luz do dia, viu uma dupla levar, seu lucro, seus pertences, e sua tranquilidade.
escutar depoimento que uma senhora que caminhava pela calçada indo para casa, teve as sacolas que transportava arrancadas das mãos por homens armados.
As notícias se espelham e se renovam a cada momento. Na estrada do Jordão, ou na saída para as Marrecas, numa parada em um sinal de trânsito, são os motoqueiros os mais visados. Chegar ou sair de casa, parar em frente ao local de trabalho, viram presas fáceis desses donos do alheio. Agora estão mais audaciosos. Eles estão entrando dentro de nossas casa, como aconteceu na noite de domingo, 7, no bairro Renato Parente, enquanto amigos conversavam no portão dois marginais chegaram e mandaram todos entrar dentro de casa e fechar o portão enquanto eles recolhiam os objetos que queriam levar.
E tudo isso acontecem diante de um comando sem voz de comando, de um prefeito que não cumpre promessas de campanhas, de uma governadora que vira as costas para os problemas de sua cidade, e de um governador que aliado dos FGs, não faz nada para não desagradar seus padrinhos, vamos vivendo nesse mundo, digo nessa terra de ninguém. Viva as facções!


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