quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Empresário e comerciante são assassinados por pistoleiros na cidade de Russas em menos de 24 horas

Execuções sumárias deixam a população russana refém do medo. Assassinos não foram ainda identificados

Empresário e comerciante são assassinados por pistoleiros na cidade de Russas em menos de 24 horas


Na manhã de hoje, um empresário foi morto dentro de seu carro, no Centro de Russas 
Um empresário e um comerciante foram mortos por pistoleiros na cidade de Russas (a 163Km de Fortaleza) em menos de 24 horas. O clima naquele Município integrante da Região do vale do Jaguaribe é de muito medo e tensão, mesmo com a presença de reforço policial. Um do crimes  ocorreu na manhã desta quarta-feira, em pleno Centro da cidade. Este foi o quarto assassinato no Município em apenas cinco dias.
No começo da noite de ontem (20), pistoleiros, ainda não identificados, assassinaram com vários tiros de pistola o comerciante do ramo de motocicletas Francisco José Nogueira Lima, 46 anos. Conforme testemunhas, “Franzé”, como era conhecido, estava na residência de um familiar quando os assassinos apareceram e anunciaram um suposto assalto, mas não roubaram nada e foram logo atirando na vítima, numa autêntica execução sumária.
Outro
Já na manhã de hoje (21), o empresário do ramo de locação de tratores e máquinas pesadas, Gilvan Gonçalves, foi assassinado a tiros dentro de seu veículo. O crime ocorreu na Rua Dom Lino, em pleno Centro de Russas.
Conforme informações da Polícia, os pistoleiros estavam em uma motocicleta e emparelharam o veículo no automóvel da vítima, passando a atirar, sem dar nenhuma chance de defesa a Gilvan Gonçalves. Naquele momento, o comerciante se dirigia a uma panificadora, como fazia costumeiramente todas as manhãs. A Polícia está no local aguardando a presença de uma equipe da Perícia Forense.
O pai de Gilvan Gonçalves foi assassinado no começo deste ano, também na cidade de Russas. Ele era empresário do ramo de cerâmica. A Polícia não sabe, ainda, se os dois crimes têm ligação. 
Por FERNANDO RIBEIRO 

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