terça-feira, 25 de outubro de 2016

Polícia Civil identifica e procura casal que assaltou e matou comerciante português no Montese

Imagens gravadas das cenas do crime de latrocínio ajudaram a equipe da DHPP a identificar os dois suspeitos

Polícia Civil identifica e procura casal que assaltou e matou comerciante português no Montese

Jackson Henrique Lopes e Wégila Félix tiveram prisão decretada e estão foragidos
À pedido da Polícia Civil, e com a concordância do Ministério Público Estadual (MPE), a juíza de Direito Maria Lúcia Falcão Nascimento, titular da 14ª Unidade do Juizado Especial Cível e Criminal, decretou no plantão, a prisão preventiva do casal apontado como responsável pelo assalto e assassinato do comerciante português Nuno Antônio Portugal Torres, 39 anos, morto no último dia 17.
O casal foi filmado no momento do ataque. As câmeras do sistema de segurança eletrônica da loja do português, localizada na Rua Euzébio de Queiroz, no bairro Montese, mostraram quando o casal assalta a vítima e o homem atira à queima-roupa contra Nino quando este reage à abordagem. A dupla fugiu levando relógios importados.
Um trabalho de investigação realizado pela equipe de inspetores e escrivães da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), tendo no comando os delegados Socorro Portela e Fábio Torres, resultou na identificação dos criminosos. Jackson Henrique Lopes de Sousa, 23 anos; e a namorada dele, Wégila da Silva Félix, 27, são os responsáveis pelo latrocínio (roubo seguido de morte) contra o estrangeiro que era radicado em Fortaleza há cinco anos, conforme concluiu a Polícia. Ambos estão foragidos.
Filmado
Com as filmagens da cena do crime, e a informação de que o bandido teria feito contatos com a vítima através de redes sociais, em busca de informações sobre os produtos que Nino vendida (relógiosimportados), a Polícia aprofundou a investigação e identificou os assassinos.
Na semana passada, um casal chegou a ser detido por um policial militar logo após a prática de vários assaltos na região entre o Conjunto José Walter e os bairros Aracapé, Mondubim e Conjunto Esperança. No entanto, os dois suspeitos não foram reconhecidos como os matadores do português.
Por FERNANDO RIBEIRO 

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