quarta-feira, 19 de outubro de 2016

PM chega em casa na Baixada Fluminense e encontra a família assassinada

O sargento Cristiano, com a mão no rosto: ele encontrou os parentes mortos
O sargento Cristiano, com a mão no rosto: ele encontrou os parentes mortos 

Um policial militar do 5º BPM (Praça da Harmonia) encontrou sua família morta ao chegar em casa, nesta quarta-feira. Segundo as primeiras informações do 21º BPM (São João de Meiriti), o sargento Cristiano José Martins abriu a porta de sua residência, na Rua Bom Jardim, no bairro Parque Tietê, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, por volta das 8h, e encontrou os corpos de sua mãe, de seu irmão e de duas crianças. Um cachorro da família também foi morto e outro ficou ferido.
A movimentação policial na casa onde ocorreram as mortes
A movimentação policial na casa onde ocorreram as mortes 
A porta dos fundos da casa estava arrombada. As vítimas foram identificadas como Marilene José Martins, de 60 anos, Fernando José Martins, de 36, Kauane, de 7, e Hester, de 5. As crianças estariam sendo cuidadas por Marilene. Elas seriam primas de criação do sargento Cristiano.
Moradores da rua se revoltaram com a tragédia
Moradores da rua se revoltaram com a tragédia 
O local foi isolado para a realização de uma perícia. Ainda de acordo com o 21º BPM, o local onde ocorreu o crime fica perto do Morro do Azul, que é controlado por uma facção criminosa. O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense. Policiais da especializada estiveram na casa.
Por volta das 11h20, os corpos das quatro vítimas deixaram a residência e seguiram para o Instituto Médico-Legal (IML) de Duque de Caxias, também na Baixada. Segundo informações preliminares da polícia, Marilene foi morta por asfixia e Fernando levou facadas - os dois têm marcas de pancadas no corpo. As crianças teriam sido espancadas. Os cachorros da família também teriam levado facadas.
Os corpos sendo retirados da casa
Os corpos sendo retirados da casa 
Pessoas que moram perto da casa onde ocorreu a tragédia estão revoltadas com o crime. Muitos estão na rua. Equipes do 21º BPM, com o apoio do 20º BPM (Mesquita), fazem buscas na região para tentar localizar suspeitos do crime.
Procurada para comentar o crime, a assessoria de imprensa da Polícia Militar informou apenas que "essa ocorrência está com DHBF".


Informaçoes jornal extra.globo

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